domingo, 26 de setembro de 2010

Curso de Design em Permacultura - PDC







O PDC é um curso de imersão com carga horária mínima de 72h e grade curricular padrão no mundo todo. Ele mescla teoria e prática, dando um embasamento básico na formação de um permacultor.
Este curso foi estruturado por Bill Mollison e traz as ferramentas básicas da permacultura segundo Mollison e David Holmgren.
Um curso PDC é certificado pelo permacultor que ministra o mesmo, neste caso, quem assina o certificado é Jorge Timmermann, Suzana Maringoni e Pedro Marcos Ortiz, todos permacultores fundadores da Rede Permear.
Este é um espaço da família Ortiz, em São José do Cerrito, planalto Catarinense, uma propriedade de 24hectares, desta família de agricultores, e que vem vivendo a permacultura há 7 anos, tanto no trabalho com animais, com a terra e nas instalações. O PDC neste espaço possibilita vivenciar como é uma propriedade permacultural, onde há a produção de leite, frutas, suco de uva, etc.
Neste momento o sítio está preparando instalações de dependências multi-uso, tanto para a fabricação de suco de uva, como para receber grupos para cursos, Este é o motivo pelo qual estamos transferindo a data do PDC para a primeira semana de novembro.
Data
O Curso começará no dia 30 de outubro, sábado, ás 8:30h e terminará no domingo, dia 7 de novembro, às 17h, com carga horária mínima de 72 horas. Este curso inclui a elaboração de um design permacultural.
Custos
O Curso inclui alojamento coletivo e/ou espaço para camping, alimentação e material digital.
O custo é de R$560,00 (quinhentos e sessenta reais).
Para reservar sua vaga é necessário o depósito de R$ 160,00. Este depósito não será devolvido em caso de desistência, no entanto, poderá ser transferido para outra pessoa.
O restante deverá ser pago até o início do Curso.
Incrições
Enviar e-mail para suzana@permacultura.org.br que serão enviados dados para depósito assim como o preenchimento da ficha de inscrição.


Fonte:
http://www.permear.org.br

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"FLOR DA PERMACULTURA"

PERMACULTURA

O QUE É?

Em poucas palavras, Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporciona o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.
0 projeto permacultural envolve o planejamento, a implantação e a manutenção conscientes de ecossistemas produtivos que tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais. Ele resulta na integração harmoniosa entre as pessoas e a paisagem, provendo alimentação, energia e habitação, entre outras necessidades materiais e não materiais, de forma sustentável.
A palavra PERMACULTURA ainda não existe nos dicionários brasileiros. Ela foi inventada por Bill Mollison para descrever essa transformação, da agricultura convencional em uma Permanente agricultura.

QUANDO SURGIU?

A Permacultura foi desenvolvida no começo dos anos 70 pelos australianos Bill Mollison e David Holmgren, como uma síntese das culturas ancestrais sobreviventes com os conhecimentos da ciência moderna. A partir de então, passou a ser difundida na Austrália, considerando que, naquele país, a agricultura convencional já estava em decadência adiantada, mostrando sinais de degradação ambiental e perda de recursos naturais irrecuperáveis. Na verdade, em situação muito similar à do Brasil de hoje.
Desde então, os inúmeros casos de sucesso na aplicação da Permacultura têm provado ser, ela, uma solução viável não somente para a Austrália, como para todo o Planeta. Os conceitos de agricultura permanente começaram a ser expandidos como uma cultura permanente, envolvendo fatores sociais, econômicos e sanitários para desenvolver uma verdadeira disciplina holística de organização de sistemas.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Carro elétrico retira energia da estrada

Estudantes alemães criaram um carro elétrico de três rodas que retira energia da estrada por meio de uma tecnologia sem fio.

Os alunos de engenharia mecânica e de mecatrônica da Universidade de ciências Aplicadas de Karlsruhe construíram um veículo experimental para testar a praticidade da tecnologia sem fio.

O carro é movido por uma espécie de cubo, que retira energia de trilhos condutores, colocados no chão, por meio de indução elétrica.

Os receptores são instalados debaixo do carro. Pequenas baterias a bordo do veículo funcionam como um amortecedor quando o carro sai dos trilhos condutores de eletricidade.

O trilho condutor foi fornecido pela empresa SEW-Eurodrive, que fica na cidade alemã de Bruchsal. Já os componentes do veículo foram projetados e construídos por 14 alunos, que usaram fibra de carbono e materiais hi-tech no chassi e nos sistemas de freio e de direção. O projeto foi testado e ajustado em um canal de vento virtual antes que o carro fosse construído.

O veículo lembra uma bicicleta reclinada, na qual o motorista fica dentro de uma cápsula. O carro pesa apenas 60 kg, mas a equipe quer reduzir seu peso para 40 kg.

O chefe da pesquisa, Jürgen Walter, da faculdade de engenharia mecânica e mecatrônica da universidade, disse que a equipe quer  obter uma relação de peso entre o motorista e o veículo de 2:1, enquanto na maioria dos veículos essa relação é de 1:10 e 1:15.

O design leve do carro permite que alcance a velocidade de 50 km/h, apesar de seu motor de 2 kW. O veículo completou 40 voltas em um trilho condutor de 222 metros montado na universidade.

Fonte: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/carro-eletrico-retira-energia-da-estrada-20100915.html

Postado por Wagner Pereira

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Preparem-se para Dezembro! Curso Focado em Permacultura!


O GRANDE PDC LITORÂNEO


de 09 a 19 de DEZEMBRO 2010 – VERÃO


O CURSO COMPLETO DE DESIGN EM PERMACULTURA

São mais de 80 horas intensivas de Formação (prática e teórica) em Design em Permacultura. Desenvolvido na Estação de Permacultura Residencial Litorânea – CASA COLMÉIA e Cumprindo o Currículo Exigido Internacionalmente – O Curso será Organizado e Facilitado pelo Coletivo Permacultores , um grupo Transdiciplinar de Designers em Permacultura, Oceanógrafos, Geólogos, Arte Educadores, Agricultores, Estudantes e Comunidade Local. RESERVE SUA VAGA AGORA POIS PARA NESTE CURSO OFERECEREMOS UM TOTAL DE 20 VAGAS MAX.

Maiores Informações acesse:
http://permacoletivo.wordpress.com/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cidades verdes e com emissão zero de carbono

Por José Eustáquio Diniz Alves*


As cidades são consideradas por muitos como verdadeiras vilãs do meio ambiente e concentram as maiores fontes de poluição e desperdício do Planeta. Algumas pessoas defendem à volta ao meio rural e a reversão da transição urbana que já colocou mais da metade da humanidade vivendo em cidades. Contudo, as cidades podem deixar de ser um problema e se tornarem uma solução. Será que existe a possibilidade de haver cidades com emissão zero de carbono?

Pode parecer sonho, mas já estão em construção projetos de cidades que se pretendem verdes e sustentáveis, ou ecópoles, como as cidades de Dongtan, na China, e Masdar, em Abu Dhabi.

O primeiro exemplo vem do governo de Xangai que está tentando erguer um projeto inovador em Dongtan, no sentido de tornar o local uma cidade totalmente ecológica. Localizada na ilha de Chongming, que possui 86 quilômetros quadrados de área, semelhante à de Manhattan, em Nova York. A cidade de Dongtan pretende ser auto-suficiente em energia e água e utilizar somente fontes alternativas e renováveis de energia, como solar, a força dos ventos, além de biogás e de biomassa. O transporte não permitirá os veículos tradicionais à combustão, mas sim bicicletas e motos movidas a bateria ou carros à base de hidrogênio e outras energias alternativas. Apenas 7 minutos de caminhada separarão as casas da infra-estrutura da cidade, como escolas, hospitais e transporte público. Cerca de 80% do lixo deverá ser reciclado e os dejetos processados e reutilizados como adubo.

O segundo exemplo acontece nos Emirados Árabes onde o governo de Abu Dhabi está constuindo a cidade considerada a mais verde do mundo, chamada Masdar (“A cidade fonte” em árabe). A cidade foi concebida para ter: carbono zero, zero de resíduos e a não existência de carros. A eletricidade será gerada por energia solar e eólica, a água será fornecida através de processos de dessalinização e o paisagismo será feito com água residuais produzidas pela cidade. A maioria das ruas da cidade, por exemplo, terão apenas 3 metros de largura e 70 de comprimento para facilitar a passagem do ar e incentivar a caminhada. Segundo os idealizadores do projeto, a construção da cidade de Masdar foi concebida para atender 10 princípios de sustentabilidade:

1) 100% da energia fornecida virá de fontes renováveis;

2) 99% dos resíduos serão reutilizados, reaproveitados ou usados de maneira ecologicamente correta;

3) O transporte da cidade será inteiramente público e sem emissão de carbono;

4) Só será usado material ecologicamente correto, como recicláveis e materiais certificados;

5) Apenas alimentos biológicos e orgânicos farão parte do cardápio de Masdar;

6) Consumo de água será reduzido em 50% da média mundial e todas as águas residuais serão reaproveitadas e reutilizadas;

7) Haverá preocupação e cuidado com as espécies (fauna e flora) locais;

8) A arquitetura integrará os valores locais;

9) Bons salários e condições de trabalho para todos, conforme definido pelas normas internacionais do trabalho;

10) Investimentos na qualidade de vida e eventos para todos os tipos de habitantes.

Ainda falta um longo caminho para estes projetos visionários se tornarem realidade e uma referência para as demais cidades do mundo. Mas só a concepção e a tentativa de se construir ecópoles já é um passo à frente, significando uma esperança para que um dia, junto com mudanças culturais e nos hábitos de consumo, possamos ter uma sociedade que tenha como base uma economia urbana verde, limpa e sustentável.

José Eustáquio Diniz Alves, Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, é colaborador e articulista do EcoDebate. E-mail: jed_alves{at}yahoo.com.br.

Fonte: EcoDebate

Carros darão volta ao mundo em ‘corrida com emissão zero’

Um grupo de engenheiros dará início nesta segunda-feira a uma corrida de carros ao redor do mundo com veículos elétricos. A energia consumida pelos carros ao longo do período será compensada com geração de eletricidade por fontes renováveis, fazendo com que a corrida tenha “emissão zero” de dióxido de carbono.

Os engenheiros correrão em quatro equipes diferentes, com chegada e partida na cidade suíça de Genebra.

Em 80 dias de corrida, eles planejam dar a volta ao mundo, passando por Berlim, Kiev, Moscou, Xangai, Los Angeles, Cidade do México, Lisboa e outras 150 cidades.

Ao longo do percurso de 30 mil quilômetros, os participantes vão promover coletivas de imprensa e eventos de conscientização sobre o meio ambiente.

Compensação – O evento Zero Emissions Race foi idealizado pelo ambientalista e aventureiro suíço Louis Palmer, que em 2008 deu a volta ao mundo em um carro movido a energia solar. No projeto, batizado de SolarCar, Palmer percorreu 54 mil quilômetros durante 18 meses.

“Nós queremos mostrar que mobilidade elétrica e energias renováveis são uma solução para se ter uma vida ecologicamente equilibrada neste planeta”, afirma Palmer.

Em novembro, os engenheiros passarão pela Cidade do México, onde será realizada uma conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

Quatro equipes de países diferentes – Suíça, Coreia do Sul, Austrália e Alemanha – vão competir entre si.

Cada uma desenvolveu um carro elétrico diferente. Os carros serão abastecidos com energia elétrica ao longo do caminho, em cada uma das paradas.

Para reduzir as emissões a zero, cada equipe será responsável por gerar a mesma quantidade de energia elétrica consumida pelo veículo no seu próprio país usando apenas fontes renováveis, como energia solar, vento, ondas ou geotérmica. Essa energia é alimentada no sistema elétrico de cada um dos quatro países.

Um dos carros, o sul-coreano Yebbuyana, por exemplo, vai consumir 84,7 watts-hora por quilômetro. Para todo o percurso de 30 mil quilômetros, a equipe terá de gerar 2,54 megawatts-hora – que será produzido por painéis solares na região de Geon-nam, na Coreia do Sul.

Os carros, com lugar para dois passageiros no mínimo, precisam ter capacidade de percorrer no mínimo 250 quilômetros a uma velocidade de 80 quilômetros por hora, antes de pararem para abastecimento.

Por dia, cada carro precisa percorrer no mínimo 500 quilômetros.

A corrida será vencida não por quem chegar antes, mas sim pela equipe que conseguir percorrer o caminho gastando menos energia. (Fonte: G1)